Classificação indicativa protege crianças de temas inadequados para sua idade

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Pesquisas realizadas no Brasil mostram que crianças e adolescentes passam em média de três a quatro horas por dia assistindo televisão. Como ainda estão em fase de formação, são muito suscetíveis à influência da mídia. Pensando nisso, foi criada a classificação indicativa, uma ferramenta que auxilia pais e cuidadores na tarefa de definir, junto às crianças, a adequação dos programas e atrações culturais de acordo com cada faixa etária.

O artigo a seguir explica que a classificação indicativa está prevista na Constituição Federal, mas não é um tipo de censura, e sim uma recomendação. Ela é feita por uma equipe multidisciplinar que estipula, conforme o conteúdo apresentado, se uma atração deve ser assistida por todos os públicos (livre) ou somente a partir de faixas etárias específicas (10, 12, 14, 16 e 18 anos). 

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