Instituições alertam para os perigos do andador

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Diversas instituições que promovem o bem-estar da Primeira Infância, assinaram em 2013 um manifesto pedindo a proibição da fabricação e venda de andadores no Brasil. Utilizado com o intuito de auxiliar as crianças a dar os primeiros passos – e também de garantir certa independência aos pais – esse produto impede a exploração livre do espaço, faz com que os bebês recebam menos estímulos de seus pais e pode prejudicar o desenvolvimento motor e cognitivo. O mais preocupante são os acidentes. Em cima dos andadores, os bebês estão mais suscetíveis a quedas e tombamentos em escadas e pequenos degraus e chegam mais rápido aos itens de risco como fogões, tomadas, produtos químicos, etc.

A Fundação Maria Cecília Souto Vidigal (FMCSV), uma das instituições responsáveis pelo Radar, é uma das entidades responsáveis pelo manifesto que endossa o coro iniciado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), que já havia enviado aos pediatras e à imprensa um pedido pelo banimento do produto.

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