“O Começo da Vida”: cuidar dos bebês é cuidar dos adultos

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O filme O começo da vida, que chega aos cinemas brasileiros em maio de 2016, foi produzido com um objetivo: levar para o maior número possível de pessoas, de todo o mundo, o argumento de que os primeiros anos da vida (a Primeira Infância) de uma criança são vitais para o adulto que ele será. “Durante seus primeiros 60 meses, a criança aprende mais do que aprenderá em toda a sua vida”, diz o prêmio Nobel James Heckman. Esse seria o período do big bang do cérebro humano, afirmou Heckman, que é um dos entrevistados do documentário.

A reportagem a seguir explica os argumentos do filme e revela que os pais e cuidadores não precisam se preocupar: o que as crianças precisam para atingir todo o seu potencial é receber amor e cuidado durante seus primeiros anos de vida. O texto aborda também os prejuízos causados pela negligência, pobreza extrema, a violência doméstica e o convívio com o uso de drogas. É por isso que a mensagem que se quer passar é a de que, quando cuidamos das crianças estamos automaticamente cuidando dos adultos que elas serão no futuro.

Foto: Cena do filme O Começo da Vida (Divulgação)

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