Pesquisador da Fiocruz destaca prevenção como principal estratégia contra H1N1

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O número e a gravidade dos casos confirmados de influenza, provocada pelo vírus H1N1, gerou grande preocupação no Brasil no primeiro trimestre de 2016. Conhecida comumente como gripe, a influenza superou em um trimestre o número total de casos registrados em 2015. Na entrevista a seguir, o vice-diretor de Serviços Clínicos do Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas (INI/Fiocruz), José Cerbino Neto, explica a doença e alerta para as formas de prevenção.

Ele esclarece que a gripe H1N1, clinicamente, não tem como ser diferenciada das outras influenzas. Existem vários subtipos circulando anualmente e todos eles causam síndrome gripal e síndrome respiratória aguda grave, em alguns períodos temos a predominância de H1N1 e em outros é a H3N2, por exemplo. Mas é importante saber reconhecer as diferenças entre esses tipos de gripe e o resfriado comum, que tem sintomas menos severos.

“O principal método de prevenção é a vacina. Considerando que uma das principais formas de transmissão é o contato de secreções com as mucosas (olhos, nariz e boca), o que acontece geralmente através das mãos, as principais recomendações são: cobrir a boca ao espirrar ou tossir e lavar sempre as mãos, utilizando álcool gel, especialmente em locais públicos”, alerta o pesquisador.

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