Relacionamento como forma de redução de riscos

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Diversos estudos, especialmente a partir dos anos 1990, têm mostrado que as experiências sociais vivenciadas durante os dois primeiros anos de vida são impressas nas estruturas neurobiológicas do bebê – que estão amadurecendo durante o “estirão de crescimento” que ocorre neste período – e possuem efeitos de longo prazo. A publicação a seguir mostra como intervenções feitas nos primeiros anos de vida, visando ao fortalecimento das relações entre pais e crianças, podem prevenir e minimizar riscos.

De acordo com o material, a partir de uma perspectiva biológica básica, a estrutura e funcionamento do cérebro em desenvolvimento da criança é moldada pelo cérebro mais maduro do cuidador, e da “comunicação emocional” entre os dois. Quanto mais velha a criança se torna, então, mais difícil pode ser para “reescrever” certas áreas do cérebro. Isto significa que, sem intervenção precoce, uma criança que sofreu abuso ou negligência vai involuntariamente continuar com os padrões de respostas que estão gravadas na mente, mesmo se as circunstâncias mudarem.

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